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ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO
GESTÃO DE ATIVOS INTANGIVEIS

 As técnicas de mensuração de ativos sempre deram ênfase no passado para determinar o quanto vale o negócio e quanto a empresa pode captar de recursos de fomento, mas, com produtos e organizações tendo seu ciclo de vida cada vez mais curto e instável, analisar cenários passa a ser uma obrigação para se poder determinar quanto vale algum ativo.

Qual o valor da empresa, da marca e do conhecimento acumulado? Parece uma pergunta simples, mas com a crescente complexidade nos negócios, resta buscar análises mais focadas em resultados que contemplem o futuro como um elemento decisivo para determinar o valor de uma organização. A apuração de ativos intangíveis é, cada vez mais, necessária para se determinar a capacidade de crescimento e o futuro do negócio avaliado.

O conteúdo deste livro apresenta os procedimentos para apuração de ativos intangíveis (PAI), com base na compilação inédita de três teses de doutorado que dão sustentação acadêmica para um tema que está assumindo sua importância de forma crescente e rápida, que, em futuro próximo, será imprescindível para a determinação do valor de mercado, abertura de capital, concessão de créditos, fusões, aquisições e outras aplicações.

Antropologia da Política
FINANÇAS PARA EXECUTIVOS
03/05 - Dia das Mães
16/11 - Feira de livro em Porto Alegre inspira apaixonados por boas histórias

               No Brasil inteiro, esta terça-feira (2) é dia de fazer só o que cai bem, dia de folga, de ficar à toa. Em Porto Alegre, os gaúchos só querem saber de uma boa história.
               Em tempos de livro digital é ele, o livro de papel e tinta, que mantém o encantamento. "O barato é a chance de folhear o livro mesmo. A chance de manusear o livro, o papel, a leitura tradicional tem um gosto melhor que a leitura digital", conta o desenvolvedor de softwares Diego Fraga Contessa.
               O livro vira assunto para o casal, se transforma no próprio cenário da ficção. Traz até à Praça da Alfândega, no centro da capital gaúcha, milhares de apaixonados por boas histórias. “Eu gosto das histórias e do jeito que os autores contam a história, que é o que faz com que a gente se prenda na história”, afirma Gustavo Varela, de 15 anos.
               A feira que começou na praça, cresceu e chegou até o cais de Porto Alegre, onde a imaginação ganha companhia da paisagem do Guaíba. No cais, antigos armazéns viram espaço para ler o livro novo, em família. Os dois filhos do professor Herme Teixeira gostam de ler bastante: "É legal porque tem muita diversidade de livros, coisas interessantes que eles não tinham visto antes e estão tendo a oportunidade de ver agora", conta o professor.
               Ou - quem sabe? - tomar um chá com o chapeleiro.
               Para o casal de turistas, que veio de Minas Gerais, a feira virou incentivo para o romance. “Essa paisagem inspira, aumenta o amor. Mas ela é o meu incentivo e inspiração maior. Ela que incrementa essa paisagem. O rio é só um detalhe perto dela. A beleza dela é a grandeza maior da minha vida", declara o consultor automotivo Ricardo de Lima.

Fonte: G1.com.br

16/11 - Livro "As Palavras de Saramago" cataloga reflexões pessoais do escritor

             Quatro meses depois da morte do escritor José Saramago, foi lançado nesta segunda-feira o livro "As Palavras de Saramago", que cataloga parte de suas reflexões pessoais, literárias e ideológicas manifestadas através de entrevistas à imprensa entre a década de 70 e março de 2009.A apresentação da obra reuniu hoje no Círculo de Bellas Artes, em Madri, a viúva do Nobel de Literatura de 1998, Pilar del Río; o ensaísta e poeta Fernando Gómez Aguilera, responsável pela seleção dos textos; e Pilar Reyes, diretora da Alfaguara, a editora que publica o livro na Espanha e América Latina.
             A obra, que já foi lançada no Brasil, sairá em breve em Portugal e chegará também aos Estados Unidos.Ao longo de mais de 500 páginas, o leitor encontrará as ideias de Saramago sobre questões como a deterioração da democracia, as desigualdades sociais, o atropelo dos direitos humanos, religião, morte, sua concepção da literatura, entre outras coisas.
Segundo Gómez Aguilera, diretor da Fundação César Manrique, o propósito do livro é oferecer o discurso "de uma mente brilhante, ágil e mordaz, que esteve sempre ligada à realidade de seu tempo". "Sempre digo o que penso. Ninguém poderá dizer nunca que o enganei. As pessoas têm a necessidade de que lhes fale com honestidade." Estas palavras do romancista português, recolhidas no começo do livro, resumem a atitude que manteve ao longo da sua vida.
             Sua sinceridade, no entanto, nem sempre foi bem vista pelos círculos de poder, já que, como disse hoje Gómez Aguilera, Saramago "vigiava o poder com suas afirmações e perguntas". A pedido da fundação, Saramago trabalhou nos últimos meses de sua vida em "uma carta dos deveres humanos". O escritor havia começado também um novo romance, sobre a indústria do armamento. "Com o tempo veremos o que fazer com estes capítulos, mas ainda não há nada decidido", contou Pilar. O romance tinha o título "Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas!", um verso do poeta e dramaturgo Gil Vicente, e começa com uma bomba que caiu em Extremadura durante a Guerra Civil espanhola e não chegou a explodir.
             A bomba ia acompanhada de um papel no qual se lia, em português: "esta bomba não matará ninguém". "Era uma sabotagem de uma empresa de armas", disse Pilar, lembrando que Saramago preocupava-se com todos os que trabalhavam em fábricas de armas.

Fonte: Globo.com

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