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OPÇÕES DE AÇÕES PARA FUNCIONARIOS

 crescente utilização de programas de remuneração de funcionários através da concessão de opções de compra de ações no exterior e em especial nos estados Unidos, tem transformado este tema em assunto relevante para empresas, gestores, funcionários e o setor acadêmico. Também no Brasil, tem aumentado o número de empresas que estão abrindo seu capital e remunerando executivos e funcionários através destes programas. A área de recursos humanos tem buscado estratégias para alinhar os objetivos dos funcionários aos dos acionistas, motivando-os no comprometimento com as metas de longo prazo e retendo os talentos da organização por estas iniciativas. Neste livro, são apresentadas as noções fundamentais do mercado de opções, subsídios para seu o entendimento, bem como a essência da transação das opções de ações para funcionários. No presente texto, é realizada uma discussão entre as correntes opostas de pensamento, bem como dos tópicos polêmicos que circundam o tratamento contábil destes pacotes - ''Conceder opções gera despesa?''; ''Os modelos de precificação de opções apresentam resultados confiáveis?''; ''A comparabilidade das demonstrações contábeis e os indicadores de rentabilidade entre empresas estão asseguradas?''; e ''Qual a relação do tratamento contábil dos custos das concessões de opções de ações com fraudes contábeis?'' A obra apresenta, ainda, um resumo das regras de mensuração e reconhecimento dos custos de remuneração de funcionários através de opções e um exemplo hipotético da evidenciação contábil destas concessões.

48 LEIS DO PODER

 O poder é um jogo e é preciso saber jogá-lo para conquistar o que se deseja na política, nos negócios, na vida pessoal e até na corte amorosa. Este livro mostra como agem os mestres nesta arte que envolve inteligência, perspicácia, planejamento e, principalmente, dissimulação, seja no Japão feudal ou na corte de Luis XIV, na renascença italiana ou na Chicago dos tempos da Máfia. A obra inclui, entre outras, a capacidade de esperar o momento certo para atacar, criar uma aura de mistério para confundir os inimigos, saber conquistar corações e mentes das pessoas e encobrir todos os atos em cortinas de fumaça. Reis, políticos, generais, diplomatas e religiosos - assim como cortesãs, bandidos e charlatões - servem de base para as 48 Leis que regem o poder e a influência sobre outras pessoas.

GESTÃO DA EXPERIENCIA DO CLIENTE
ESTRATEGIA EMPRESARIAL
03/05 - Dia das Mães
16/11 - Feira de livro em Porto Alegre inspira apaixonados por boas histórias

               No Brasil inteiro, esta terça-feira (2) é dia de fazer só o que cai bem, dia de folga, de ficar à toa. Em Porto Alegre, os gaúchos só querem saber de uma boa história.
               Em tempos de livro digital é ele, o livro de papel e tinta, que mantém o encantamento. "O barato é a chance de folhear o livro mesmo. A chance de manusear o livro, o papel, a leitura tradicional tem um gosto melhor que a leitura digital", conta o desenvolvedor de softwares Diego Fraga Contessa.
               O livro vira assunto para o casal, se transforma no próprio cenário da ficção. Traz até à Praça da Alfândega, no centro da capital gaúcha, milhares de apaixonados por boas histórias. “Eu gosto das histórias e do jeito que os autores contam a história, que é o que faz com que a gente se prenda na história”, afirma Gustavo Varela, de 15 anos.
               A feira que começou na praça, cresceu e chegou até o cais de Porto Alegre, onde a imaginação ganha companhia da paisagem do Guaíba. No cais, antigos armazéns viram espaço para ler o livro novo, em família. Os dois filhos do professor Herme Teixeira gostam de ler bastante: "É legal porque tem muita diversidade de livros, coisas interessantes que eles não tinham visto antes e estão tendo a oportunidade de ver agora", conta o professor.
               Ou - quem sabe? - tomar um chá com o chapeleiro.
               Para o casal de turistas, que veio de Minas Gerais, a feira virou incentivo para o romance. “Essa paisagem inspira, aumenta o amor. Mas ela é o meu incentivo e inspiração maior. Ela que incrementa essa paisagem. O rio é só um detalhe perto dela. A beleza dela é a grandeza maior da minha vida", declara o consultor automotivo Ricardo de Lima.

Fonte: G1.com.br

16/11 - Livro "As Palavras de Saramago" cataloga reflexões pessoais do escritor

             Quatro meses depois da morte do escritor José Saramago, foi lançado nesta segunda-feira o livro "As Palavras de Saramago", que cataloga parte de suas reflexões pessoais, literárias e ideológicas manifestadas através de entrevistas à imprensa entre a década de 70 e março de 2009.A apresentação da obra reuniu hoje no Círculo de Bellas Artes, em Madri, a viúva do Nobel de Literatura de 1998, Pilar del Río; o ensaísta e poeta Fernando Gómez Aguilera, responsável pela seleção dos textos; e Pilar Reyes, diretora da Alfaguara, a editora que publica o livro na Espanha e América Latina.
             A obra, que já foi lançada no Brasil, sairá em breve em Portugal e chegará também aos Estados Unidos.Ao longo de mais de 500 páginas, o leitor encontrará as ideias de Saramago sobre questões como a deterioração da democracia, as desigualdades sociais, o atropelo dos direitos humanos, religião, morte, sua concepção da literatura, entre outras coisas.
Segundo Gómez Aguilera, diretor da Fundação César Manrique, o propósito do livro é oferecer o discurso "de uma mente brilhante, ágil e mordaz, que esteve sempre ligada à realidade de seu tempo". "Sempre digo o que penso. Ninguém poderá dizer nunca que o enganei. As pessoas têm a necessidade de que lhes fale com honestidade." Estas palavras do romancista português, recolhidas no começo do livro, resumem a atitude que manteve ao longo da sua vida.
             Sua sinceridade, no entanto, nem sempre foi bem vista pelos círculos de poder, já que, como disse hoje Gómez Aguilera, Saramago "vigiava o poder com suas afirmações e perguntas". A pedido da fundação, Saramago trabalhou nos últimos meses de sua vida em "uma carta dos deveres humanos". O escritor havia começado também um novo romance, sobre a indústria do armamento. "Com o tempo veremos o que fazer com estes capítulos, mas ainda não há nada decidido", contou Pilar. O romance tinha o título "Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas!", um verso do poeta e dramaturgo Gil Vicente, e começa com uma bomba que caiu em Extremadura durante a Guerra Civil espanhola e não chegou a explodir.
             A bomba ia acompanhada de um papel no qual se lia, em português: "esta bomba não matará ninguém". "Era uma sabotagem de uma empresa de armas", disse Pilar, lembrando que Saramago preocupava-se com todos os que trabalhavam em fábricas de armas.

Fonte: Globo.com

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