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XIS DA QUESTÃO, O

 EIKE BATISTA é um ícone do sucesso no mundo dos negócios. O “x” presente no nome de cada uma de suas empresas é símbolo da multiplicação de riqueza, ousadia, criatividade e capacidade de execução.

Da venda de seguros de porta em porta na Alemanha, da mochila nas costas atrás do sonho dourado nos garimpos da Amazônia ao êxito das aberturas de capital em série, tudo em Eike é superlativo, único e surpreendente.

Em O X da questão, o maior empreendedor brasileiro narra com sinceridade ímpar suas aventuras de desbravador, desde os maiores sucessos até as experiências que não deram certo e os erros cometidos no curso de projetos vitoriosos. Há lugar também para o que ele qualifica como estresses que o fizeram crescer, a começar pela asma na infância.

Eike Batista expõe ainda o arsenal teórico que está na origem de tantos negócios bem-sucedidos e que é hoje uma cartilha no Grupo EBX: a Visão 360 graus, bússola que norteia as ações do grupo e permite que cada empresa seja uma peça num grande mosaico integrado.

SISTEMA TOYOTA DE PRODUÇÃO: DO PONTO DE VISTA DA ENGENHARIA
Homofobia - História e Crítica de um Preconceito
GESTÃO EMPRESARIAL: DE TAYLOR AOS NOSSOS DIAS

 Livro dividido em três partes - a primeira aborda a Evolução das Teorias Administrativas, além de ser feita uma revisão histórica e conceitual das principais teorias administrativas, que se consagraram até meados de 60. Na segunda parte - Teorias Modernas de Gestão - são discutidas as teorias de gestão que vêm sendo defendidas nas últimas décadas e que formam um corpo de conhecimentos consistente e abrangente nos aspectos técnicos, estratégicos e humanos que compõem a organização. A terceira parte - Estratégias Emergentes de Gestão - traz as propostas de mudanças mais recentes dos princípios já consagrados e a forma de encarar os propósitos e a missão da organização. São propostas que atualmente estão impulsionando as pesquisas na área de gestão e recebendo forte influência do desenvolvimento tecnológico. A obra é recomendada aos cursos de graduação e pós-graduação que se dedicam a ensinar a matéria da administração, bem como aos profissionais que necessitam aprimorar ou reciclar seus conhecimentos.

03/05 - Dia das Mães
16/11 - Feira de livro em Porto Alegre inspira apaixonados por boas histórias

               No Brasil inteiro, esta terça-feira (2) é dia de fazer só o que cai bem, dia de folga, de ficar à toa. Em Porto Alegre, os gaúchos só querem saber de uma boa história.
               Em tempos de livro digital é ele, o livro de papel e tinta, que mantém o encantamento. "O barato é a chance de folhear o livro mesmo. A chance de manusear o livro, o papel, a leitura tradicional tem um gosto melhor que a leitura digital", conta o desenvolvedor de softwares Diego Fraga Contessa.
               O livro vira assunto para o casal, se transforma no próprio cenário da ficção. Traz até à Praça da Alfândega, no centro da capital gaúcha, milhares de apaixonados por boas histórias. “Eu gosto das histórias e do jeito que os autores contam a história, que é o que faz com que a gente se prenda na história”, afirma Gustavo Varela, de 15 anos.
               A feira que começou na praça, cresceu e chegou até o cais de Porto Alegre, onde a imaginação ganha companhia da paisagem do Guaíba. No cais, antigos armazéns viram espaço para ler o livro novo, em família. Os dois filhos do professor Herme Teixeira gostam de ler bastante: "É legal porque tem muita diversidade de livros, coisas interessantes que eles não tinham visto antes e estão tendo a oportunidade de ver agora", conta o professor.
               Ou - quem sabe? - tomar um chá com o chapeleiro.
               Para o casal de turistas, que veio de Minas Gerais, a feira virou incentivo para o romance. “Essa paisagem inspira, aumenta o amor. Mas ela é o meu incentivo e inspiração maior. Ela que incrementa essa paisagem. O rio é só um detalhe perto dela. A beleza dela é a grandeza maior da minha vida", declara o consultor automotivo Ricardo de Lima.

Fonte: G1.com.br

16/11 - Livro "As Palavras de Saramago" cataloga reflexões pessoais do escritor

             Quatro meses depois da morte do escritor José Saramago, foi lançado nesta segunda-feira o livro "As Palavras de Saramago", que cataloga parte de suas reflexões pessoais, literárias e ideológicas manifestadas através de entrevistas à imprensa entre a década de 70 e março de 2009.A apresentação da obra reuniu hoje no Círculo de Bellas Artes, em Madri, a viúva do Nobel de Literatura de 1998, Pilar del Río; o ensaísta e poeta Fernando Gómez Aguilera, responsável pela seleção dos textos; e Pilar Reyes, diretora da Alfaguara, a editora que publica o livro na Espanha e América Latina.
             A obra, que já foi lançada no Brasil, sairá em breve em Portugal e chegará também aos Estados Unidos.Ao longo de mais de 500 páginas, o leitor encontrará as ideias de Saramago sobre questões como a deterioração da democracia, as desigualdades sociais, o atropelo dos direitos humanos, religião, morte, sua concepção da literatura, entre outras coisas.
Segundo Gómez Aguilera, diretor da Fundação César Manrique, o propósito do livro é oferecer o discurso "de uma mente brilhante, ágil e mordaz, que esteve sempre ligada à realidade de seu tempo". "Sempre digo o que penso. Ninguém poderá dizer nunca que o enganei. As pessoas têm a necessidade de que lhes fale com honestidade." Estas palavras do romancista português, recolhidas no começo do livro, resumem a atitude que manteve ao longo da sua vida.
             Sua sinceridade, no entanto, nem sempre foi bem vista pelos círculos de poder, já que, como disse hoje Gómez Aguilera, Saramago "vigiava o poder com suas afirmações e perguntas". A pedido da fundação, Saramago trabalhou nos últimos meses de sua vida em "uma carta dos deveres humanos". O escritor havia começado também um novo romance, sobre a indústria do armamento. "Com o tempo veremos o que fazer com estes capítulos, mas ainda não há nada decidido", contou Pilar. O romance tinha o título "Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas!", um verso do poeta e dramaturgo Gil Vicente, e começa com uma bomba que caiu em Extremadura durante a Guerra Civil espanhola e não chegou a explodir.
             A bomba ia acompanhada de um papel no qual se lia, em português: "esta bomba não matará ninguém". "Era uma sabotagem de uma empresa de armas", disse Pilar, lembrando que Saramago preocupava-se com todos os que trabalhavam em fábricas de armas.

Fonte: Globo.com

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