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48 LEIS DO PODER

 O poder é um jogo e é preciso saber jogá-lo para conquistar o que se deseja na política, nos negócios, na vida pessoal e até na corte amorosa. Este livro mostra como agem os mestres nesta arte que envolve inteligência, perspicácia, planejamento e, principalmente, dissimulação, seja no Japão feudal ou na corte de Luis XIV, na renascença italiana ou na Chicago dos tempos da Máfia. A obra inclui, entre outras, a capacidade de esperar o momento certo para atacar, criar uma aura de mistério para confundir os inimigos, saber conquistar corações e mentes das pessoas e encobrir todos os atos em cortinas de fumaça. Reis, políticos, generais, diplomatas e religiosos - assim como cortesãs, bandidos e charlatões - servem de base para as 48 Leis que regem o poder e a influência sobre outras pessoas.

VADE MECUM RT 2012
Antropologia
STEPHEN HAWKING: AVENTURA DE UMA VIDA

 Stephen Hawking é uma das mais célebres figuras do nosso tempo, um gênio que despertou o interesse da comunidade internacional não só por sua atuação no campo da física, mas também pela grave doença que, pouco a pouco, tira suas habilidades motoras. Neste livro, Kitty Ferguson, colaboradora e profunda conhecedora da vida e da obra desse grande cientista, conta, com riqueza de detalhes, desde sua infância como um garoto curioso, líder nato entre os colegas de escola e, por mais espantoso que possa parecer, um aluno não tão notável até sua brilhante carreira e reconhecimento mundial. Também não escapam ao relato arguto e sensível de Kitty a descoberta da esclerose lateral amiotrófica e a batalha de Hawking contra essa doença degenerativa incurável, cujos sintomas começaram a surgir quando ele cursava o primeiro ano de física em Oxford, aos 21 anos. “Stephen Hawking: Aventuras de uma vida” celebra os 70 anos do cientista, completados em janeiro de 2012, e expõe as geniais teorias que o alçaram ao posto de grande pensador contemporâneo da humanidade. Um exemplo de perseverança e fé – não em Deus, mas na ciência.

03/05 - Dia das Mães
16/11 - Feira de livro em Porto Alegre inspira apaixonados por boas histórias

               No Brasil inteiro, esta terça-feira (2) é dia de fazer só o que cai bem, dia de folga, de ficar à toa. Em Porto Alegre, os gaúchos só querem saber de uma boa história.
               Em tempos de livro digital é ele, o livro de papel e tinta, que mantém o encantamento. "O barato é a chance de folhear o livro mesmo. A chance de manusear o livro, o papel, a leitura tradicional tem um gosto melhor que a leitura digital", conta o desenvolvedor de softwares Diego Fraga Contessa.
               O livro vira assunto para o casal, se transforma no próprio cenário da ficção. Traz até à Praça da Alfândega, no centro da capital gaúcha, milhares de apaixonados por boas histórias. “Eu gosto das histórias e do jeito que os autores contam a história, que é o que faz com que a gente se prenda na história”, afirma Gustavo Varela, de 15 anos.
               A feira que começou na praça, cresceu e chegou até o cais de Porto Alegre, onde a imaginação ganha companhia da paisagem do Guaíba. No cais, antigos armazéns viram espaço para ler o livro novo, em família. Os dois filhos do professor Herme Teixeira gostam de ler bastante: "É legal porque tem muita diversidade de livros, coisas interessantes que eles não tinham visto antes e estão tendo a oportunidade de ver agora", conta o professor.
               Ou - quem sabe? - tomar um chá com o chapeleiro.
               Para o casal de turistas, que veio de Minas Gerais, a feira virou incentivo para o romance. “Essa paisagem inspira, aumenta o amor. Mas ela é o meu incentivo e inspiração maior. Ela que incrementa essa paisagem. O rio é só um detalhe perto dela. A beleza dela é a grandeza maior da minha vida", declara o consultor automotivo Ricardo de Lima.

Fonte: G1.com.br

16/11 - Livro "As Palavras de Saramago" cataloga reflexões pessoais do escritor

             Quatro meses depois da morte do escritor José Saramago, foi lançado nesta segunda-feira o livro "As Palavras de Saramago", que cataloga parte de suas reflexões pessoais, literárias e ideológicas manifestadas através de entrevistas à imprensa entre a década de 70 e março de 2009.A apresentação da obra reuniu hoje no Círculo de Bellas Artes, em Madri, a viúva do Nobel de Literatura de 1998, Pilar del Río; o ensaísta e poeta Fernando Gómez Aguilera, responsável pela seleção dos textos; e Pilar Reyes, diretora da Alfaguara, a editora que publica o livro na Espanha e América Latina.
             A obra, que já foi lançada no Brasil, sairá em breve em Portugal e chegará também aos Estados Unidos.Ao longo de mais de 500 páginas, o leitor encontrará as ideias de Saramago sobre questões como a deterioração da democracia, as desigualdades sociais, o atropelo dos direitos humanos, religião, morte, sua concepção da literatura, entre outras coisas.
Segundo Gómez Aguilera, diretor da Fundação César Manrique, o propósito do livro é oferecer o discurso "de uma mente brilhante, ágil e mordaz, que esteve sempre ligada à realidade de seu tempo". "Sempre digo o que penso. Ninguém poderá dizer nunca que o enganei. As pessoas têm a necessidade de que lhes fale com honestidade." Estas palavras do romancista português, recolhidas no começo do livro, resumem a atitude que manteve ao longo da sua vida.
             Sua sinceridade, no entanto, nem sempre foi bem vista pelos círculos de poder, já que, como disse hoje Gómez Aguilera, Saramago "vigiava o poder com suas afirmações e perguntas". A pedido da fundação, Saramago trabalhou nos últimos meses de sua vida em "uma carta dos deveres humanos". O escritor havia começado também um novo romance, sobre a indústria do armamento. "Com o tempo veremos o que fazer com estes capítulos, mas ainda não há nada decidido", contou Pilar. O romance tinha o título "Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas!", um verso do poeta e dramaturgo Gil Vicente, e começa com uma bomba que caiu em Extremadura durante a Guerra Civil espanhola e não chegou a explodir.
             A bomba ia acompanhada de um papel no qual se lia, em português: "esta bomba não matará ninguém". "Era uma sabotagem de uma empresa de armas", disse Pilar, lembrando que Saramago preocupava-se com todos os que trabalhavam em fábricas de armas.

Fonte: Globo.com

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